domingo, 2 de agosto de 2015



Hoje posso ser eu mesma.

Sem medo de julgamentos, de perdas, danos ou algo do gênero.

Posso expor, querer, contar, fazer caretas ou sorrir sem motivos.

Posso contar os meus sonhos, os meus medos, carências, batalhas, vitórias e perdas.

Posso fantasiar, chorar com a realidade, sentir gostos e até sugerir programa de índio.

Posso ficar feia, linda, encantadora ou terrivelmente chata.

Posso cair nos seus braços e dividir a minha vida.

Posso fazer feio ou fazer bonito.

Posso aprender, ensinar, dividir, doar.

Posso enxergar com os olhos dele, sem perder a minha essência.

Porque hoje sou respeitada e não preciso jamais ser o que não sou para ser definitivamente aceita.

Sinto-me amada, desejada e parceira.

Somos tão parecidos e ao mesmo tempo não deixamos de lado o nosso Universo particular.

Porque hoje sou eu e é assim que tem que ser.

Obrigada amor, por amar da forma mais nobre e deliciosa que existe.

Sou uma mulher de sorte...

Um comentário:

Claudia Tostes disse...

Que lindas palavras, Aline.
É tão bom quando encontramos alguém que nos completa, sem tirar de nós a nossa essência, o nosso ser. Vai fundo... e sejam felizes!